Holisticando...

Holismo - Doutrina que concebe o indivíduo como um todo que não se explica apenas pela soma das suas partes, apenas podendo ser entendido na sua integridade.

Holística - Concepção, nas ciências humanas e sociais, que defende a importância da compreensão integral dos fenómenos e não a análise isolada dos seus constituintes.

-Medicina/Terapias- Vê o corpo como um todo e não em partes separadas.

Além de acreditar que a força da energia vital de uma pessoa é capaz de revelar a sua saúde espiritual, emocional, mental e física a verdadeira vocação das terapias não convencionais está na parceria terapêutica e na abordagem holística que médicos e terapeutas podem criar a pensar no que é melhor para os seus clientes.

Recorrer a terapias holísticas não implica mudar o seu estilo de vida já que esse não é um pré-requisito para que estas funcionem. Todas as terapias se complementam e podem ser usadas em simultâneo, para além de não excluírem a medicina dita convencional

A OMS tem recomendado cada vez mais a medicina alternativa e a própria legislação Portuguesa já evoluiu, regulamentando o exercício de sete dessas medicinas: a Acupunctura, a Fitoterapia, a Homeopatia, a Naturopatia, a Osteopatia e a Quiropráxia.

Actualmente, a maioria dos hospitais públicos portugueses já têm terapias alternativas à medicina convencional, como é o caso da acupunctura, osteopatia e até o reiki, geralmente usadas como complemento a outras técnicas e tratamentos.

O que vem alimentar a esperança de um dia conseguirmos ter uma prática em que tanto a medicina alternativa como a convencional possam trabalhar em conjunto e complementando-se com apenas o objectivo maior de proporcionar a saúde completa dos seus clientes.

A promoção de práticas saudáveis durante a infância e adolescência e a realização de acções concretas para melhor proteger os jovens de vários riscos de saúde é fundamental para a saúde dos países e para a sua coesão social.

A urgente política de saúde preventiva, defendida pela OMS, tem como elemento nuclear, a mudança comportamental e, como tal, a prevenção das “doenças do comportamento”. A mudança de comportamentos enquanto estratégia preventiva conta com novos aliados, bem como as suas áreas conexas relacionadas com a monitorização para a tomada de decisão.

É nestas acções, políticas e regulamentações que começamos a dar pequenos passos para um caminho unificado com um só propósito “…o benefício dos doentes e para o meu próprio bem, nunca para prejuízo deles ou com malévolos propósitos” (Juramento de Hipócrates).

Margarida VenturaComentário